Vago Horizonte é uma reflexão, um apelo, um convite à interioridade num mundo de pressa, ansiedade, incerteza e materialismo.
Com esta poesia sugere-se um olhar mais amplo, uma projecção do sentimento redutor do ego num plano de transcendência e espiritualidade que não pode ser alheio à vida.
Numa linguagem simples, em imagens e metáforas que denotam uma relação com a natureza, pretende a autora, de algum modo, "cantar" "um outro modo de " "Ver".
Aceitemos o seu "convite".