As complexidades não cessam de se avolumar; as instâncias de regulação existentes não estão à altura dos novos desafios e, por seu turno, os cidadãos e cidadãs não atingiram estádios de esclarecimento e níveis de consciência colectiva que assegurem que venham a exercer o desejável protagonismo no que se refere ao cuidado co-responsável pelo todo. Hoje, mais que nunca, não basta que cada um mantenha em ordem a sua própria casa ou limpe a neve da sua porta de entrada, porque a nossa cidade, o nosso país, o mundo inteiro, são a nossa casa grande.