Treze histórias a dançar à roda do desamor - e o desamor não lhes ouve a música nem lhes aprecia os movimentos: move-se robusto como qualquer outra fatalidade, deslocando o centro dos treze círculos lamuriosos que o circundam, deformando-os e misturando-lhes as linhas todas numa espécie de esparguete de auto-compadecimento.
O desamado, náufrago, desiste: para de esbracejar, levanta-se e, de água pelos joelhos, regressa à praia para secar ao sol.