Um brinde às borboletas mortas em meu estômago é uma coleção visceral de fragmentos, entre poemas, pensamentos e silêncios que nascem do encontro com o próprio abismo.
Dividido em quatro partes: desencantos, encontros, desencontros e encantos, o livro passeia pelos labirintos da solidão, da memória e da existência, construindo um retrato íntimo e melancólico de quem ousa sentir profundamente: na carne, na pele e na alma.
Mais do que um livro, é um espelho. Uma homenagem à parte mais crua e verdadeira de nós mesmos, aquela que resiste mesmo quando o mundo nos pede máscaras. Cada página convida à escuta da voz interior, aquela que sussurra em meio à confusão quotidiana.
É também um chamado: para que novos poetas nunca deixem de escrever, mesmo que a dor pareça invisível ao mundo, mas imensa no peito.
Porque, às vezes, o que nos salva não são apenas as palavras, mas sim a coragem de senti-las e dizê-las.