Obra inédita do autor, assim classificada pelo júri do prémio INCM/VGM: Engenhosamente culturalista e desempoeiradamente quotidiana, autobiográfica e auto-irónica, esta é uma poesia em constante diálogo com a tradição moçambicana das últimas décadas (Eduardo White, Luís Carlos Patraquim) e sarcástica com o meio literário, afastando-se da velha poesia oficialista do homem novo, mas não das preocupações, as mais elevadas ou as mais comezinhas, do homem médio sensual, sensível às coisas sensíveis.