Gosto de pensar que os poetas ainda vivem com a utopia de mudar o mundo, porque gosto de pensar que, nem que para apenas uma pessoa, um livro se põe como mudador e a vida passa a ser um bocadinho outra coisa. Sobre a janela ou sobre a mãe, o pai, o país ou os namorados e mais o espelho, este livro é a oportunidade de nos inteirarmos do que sentimos e do que podemos fazer para nos sentirmos melhor. Com isso, se não mudar o mundo, podemos mudar nós.