Jéssica é uma menina negra que, no cotidiano escolar, é constantemente exposta a imagens e expressões pejorativas, mas consideradas naturais e
corriqueiras. Ela tem os sentimentos feridos e sente que luta sozinha contra a agressividade dos colegas de classe em relação a sua cor. Ao mesmo
tempo, nega tudo que se refere à cultura afro-brasileira, principalmente os princípios religiosos. Um dia, um incidente mobiliza sua família e a escola,
fazendo-os se envolver com a sua história. Assim, ela descobre que existem perspectivas para a resolução desse tipo de problema. De forma sensível e
contundente, Rachel de Oliveira aponta os estereótipos e preconceitos que permeiam o contexto escolar.