Juntamente com os dois nomes mais destacados da tragédia grega que, em geração, o precediam, Eurípides vinha completar uma tríade de glória, em que lhe cabia um lugar próprio: o de remodelar um género que, por suas mãos, avançou para ousadias surpreendentes, em consonância com uma Atenas igualmente insaciável de mudança e novidade.