Não se veem, mas estão dentro de si, bem guardados. Assomam à superfície no papel, por entre palavras sentidas, por vezes até atrapalhadas, num ideal de liberdade do sentir que o polimento da vida nos chega a tirar. São anos de histórias, camadas de emoções que se vão revelando no propósito único de prosperarem além de um momento, esperando a hora certa para que delas seja dona e senhora em plenitude.
Enquanto não as liberta, são todos (e muitos!) os silêncios que acumula, que tanto lhe embargam a voz e cativam a mente. Esperando voarem para longe ou caírem perto, na esperança de apenas e só terem um epílogo...