Conhecemos Andrew Leland enquanto ele se encontra suspenso no estado liminar de quem está prestes a ficar cego. Ele cresceu com visão total, mas, a partir da adolescência, a sua visão começou a degradar-se da periferia para o centro. Em breve - embora sem saber exatamente quando - é provável que não lhe reste qualquer visão.
Repleto de apreensão, mas também de uma curiosidade persistente, Leland embarca numa exploração abrangente do estado de ser que o espera: não apenas a experiência física da cegueira, mas também a sua linguagem, política e costumes. Ele gere as mudanças nas relações com a sua mulher e o seu filho, e com o seu próprio sentido de identidade, à medida que transita de uma vida dita comum para uma vida com deficiência.
O autor encontra grandes surpresas pelo caminho — ele e quem está à sua volta.