"(…) A racionalidade em Álvaro Siza não se restringe ao racionalismo (…), prolonga a tentativa de Goethe em apreender os princípios geradores de metamorfose. É um olhar de vida sobre a realidade viva: o desenho ganha consciência desenhando. Traduz distância! Distância que esclarece, integra e corrige o impulso espontâneo (…)."