No dia em que o meu coração parar, tu, Sol, também vais parar de iluminar o mundo, e vais vestir o luto que me deves, para, depois, te engalanares, de novo. No dia em que o meu coração, começar a bater, tu, Sol, vais iluminar os meus olhos, e faze-los ver, de tão cegos que têm andado, perdidos na negrura do mundo. Ao teu lado, com a tua mão a segurar ternuras, vamos inventar a luz, nos teus olhos, nos meus gestos, no nosso amor.