Depois da queda do socialismo real a partir de 1989 na extinta URSS e em praticamente todo o resto do mundo, o debate sobre a impossibilidade do estatismo não perdeu nenhuma da sua atualidade, sobretudo no contexto de grave crise do «estado do bem-estar», de caos financeiro e de recessão económica que afeta atualmente as economias do mundo e é resultado inevitável da tentativa vã de regular e intervir de forma coativa sobre os processos de mercado com critérios de engenharia social.