Partindo da sua experiência, sobretudo enquanto observador participante, o autor percorre labirintos onde predominam sentimentos, emoções e estados de espírito. Afastando-se, por convicção, de uma perspectiva meramente existencialista, pressuposto que deixa transparecer em vários momentos da obra, apresenta aquele que é o seu entendimento do sentido da existência humana e do encontro com o outro, numa busca quase obsessiva de uma certa transcendência inquietante que só o silêncio permite alcançar.