Nesta poesia não há recalques, falsa modéstia ou feridas de incompreensão, mas ironia sã e crítica mesmo na procura de Deus e no afirmar do espaço do Homem na luta com os deuses. É uma onírica viagem na busca da simplicidade sem perder a força das ideias, a beleza da forma e o conteúdo do verbo. É sem dúvida um acontecimento neste pobre meio em que as laudas são sempre para os mesmos.