O autor propõe-se, a partir das últimas palavras de Jesus, elaborar uma teologia da cruz que brote da própria voz d’Aquele que a viveu até ao fim, que a assumiu não apenas como destino, mas como princípio e forma de vida.
É propósito do autor que o leitor se despoje do discurso da posse, abandone a pretensão de dominar o sentido e, conduzido pelo paradoxo, se deixe cair de joelhos. que assim possa penetrar, não por meio de conceitos, mas com reverência, no mistério infinito da cruz.
A acompanhar as reflexões e orações de Emanuel Brandão, surgem desenhos em linha de Ricardo Reina e composições musicais de Joaquim Marçal.