«Intemporal este sensualizar, falar de si e como sente, agitar as hostes do puritanismo, numa elegância de arrepiar a pele, pensamento vivo em cada gota deste mar num corpo preso e sem defesas para a calmaria. Bailados sôfregos em ânsias de matar o tempo na espera da partilha, da negação de Amar à teia da Solidão, passos dados na corrente coberta de palavras que contam como é um Amor diferente. »
In, Posfácio do Livro Sensual Idades, Isabel Santos, Poetisa