As dunas separavam a casa da aventura.
Esculpidas pelo vento, pareciam
reinventar-se todos os dias. Com o tempo,
muito tempo, milhares de anos,
podem solidificar. Pedras arenosas.
Connosco o processo é inverso, cristalizamos
antes de arejarmos o suficiente.
"A ficção de Pedro Sousa é densa mas sustentada, operando de modo subversivo nos territórios instáveis da perda, do desejo de pertença e de todas as possíveis fantasias"
José Vegar - escritor
«Sem Água Não Existem Ilhas é uma viagem ao mais íntimo do subconsciente humano, aonde somos guiados pela mão de Pedro Sousa que, numa escrita pungente e ímpar, nos faz questionar os nossos mais básicos instintos e a origem das nossas próprias angústias."
Isolda Brasil - escritora