Ana Oliveira escreve sobre a perplexidade de um
mundo dissolvido nas brisas levantinas. Dramatiza
fantasias alheias, convocada pela urgência de reler o
Sul que deslumbrou Manuel Teixeira Gomes.
Convocando-o como mediador, relê o território da
fantasia: um labirinto que se alimenta de outro
labirinto deixando-nos presos numa teia de
memórias confluentes, configuradas no espaço
líquido de um mar de encantamentos e de
naufrágios.