Ru - que em francês quer dizer ‘‘riacho’’ ou ‘‘torrente’’ -
significa ‘‘canção de embalar’’ em vietnamita. É
precisamente como uma torrente, serena e hipnótica como
uma canção de embalar, que surgem neste livro os
fragmentos de memórias de uma refugiada vietnamita: a
infância dourada em Saigão abruptamente interrompida
pela chegada do comunismo ao país, a fuga de barco com a
família, o campo de refugiados na Malásia e, por fim, a
chegada ao Canadá e a possibilidade de uma nova vida.