«Durante demasiado tempo fomos persuadidos pela ideologia do dom. Desta maneira simplista, tentava-se justificar o sucesso de uns e o insucesso de outros. O futuro estava marcado por um mecanismo cego apriorístico. Face à força incontornável das leis da natureza, cada um dos homens tinha que se conformar com a sorte ou azar determinado pela lotaria da sua (in)aptidão natural.»