«ESPERO QUE AQUILO QUE ESCREVI NÃO ME VENHA A ACONTECER». João Tordo celebra aos 48 anos a publicação de 20 livros, divididos entre o romance, o policial, o thriller e o ensaio. É um dos poucos escritores profissionais - que vive da escrita. No ano passado, lançou um ensaio, um romance, um álbum musical de estúdio e, em coautoria, criou uma das séries mais vistas na Netflix.
Entrevista de Filipa Melo.
O IRRESISTÍVEL NAPOLEÃO. «As artes, e em particular a literatura, não resistem ao herói, ao tirano, ao trágico, ao cómico de um homem em permanente mitificação. Quando há um novo filme, fomos à espreita dos livros, só alguns dos melhores, e tentar perceber o fascínio.
Texto de Isabel Lucas.
O OCIDENTALISMO, A DOENÇA INFANTIL DAS HUMANIDADES. A tentativa de isolar um orientalismo é tão ridícula quanto a tentativa de isolar um ocidentalismo. Que alguns ocidentais pudessem ter verdadeiro amor a uma terra e cultura onde não tinham nascido, e que esse amor pudesse por vezes resultar em décadas de dedicação e estudo rigoroso, foi uma ideia que estranhamente não passou pela cabeça de Edward Said.
Texto de André Canhoto Costa.
KARINA SAINZ BORGO. Nos livros desta venezuelana convivem a fantasia latino-americana e figuras sinistras, cujas sombras se estendem até ao futuro. Vive em Espanha há 20 anos - mas, nos livros, regressa sempre ao paraíso da sua infância.
Entrevista de Mário Rufino.
JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE. Como uma senha ou um segredo entre os iniciados, a sua obra assume um particular fascínio junto dos seus leitores, para quem falar sobre ela é já um modo de tocar num assunto bastante pessoal.
Texto de Diogo Vaz Pinto.