No fim do Verão de 2010, os mercados tomaram consciência da enorme dívida externa portuguesa, liderada pela do Estado. Fecharam- se os mercados financeiros à banca nacional, mau grado o seu estado saudável, o que levou a uma retração marcada no crédito. O País ficou na dependência do Banco Central Europeu, vendo-se obrigado a adotar medidas de austeridade sem precedentes. As sociedades são os agentes económicos fundamentais. Apenas elas, enquanto entidades organizadas, podem reagir: criando riqueza e defendendo os seres humanos que delas dependem. A RDS vai prosseguir nas suas tarefas: de aprofundar o estudo das leis, sempre difíceis, num prisma de aplicação justa e adequada e de acompanhar as consequências, nas sociedades, das medidas de correção que vêm sendo tomadas.
GOVERNO DAS SOCIEDADES
PAULO BANDEIRA
A independência dos auditores de sociedades coladas
DOUTRINA
FRANCISCO MENDES CORREIA
As Instituições de Pagamento: novas protagonistas no Direito bancário português
TIAGO SOARES DA FONSECA / ANTÓNIO M. MENEZES CORDEIRO
A natureza subsidiária da acção ut singuli
BRUNO FERREIRA
Recuperação de empresas viáveis em dificuldades: prevenção e preservação de valor
NUNO TRIGO dos REIS
As obrigações de votar segundo instruções de terceiro no Direito das sociedades
NOTA BIBLIOGRÁFICA
NOTÍCIAS
Legislação
Jurisprudência