O presente ensaio não propõe um atlas de grupos religiosos em Portugal. Convida, antes, à compreensão das atuais formas de crer e pertencer, a partir de três eixos de observação: destradicionalização, individualização, diversificação. Trata-se do retrato de uma mudança da religiosidade do "Deus da nossa terra" às formas religiosas de um mundo globalizado.