Aqui jazem chamas de inflamações juvenis. Todas estas nuvens de fumo são malquerer e bem-querer raposo das paixões etéreas.
A incandescência das chamas vai para além da brevidade dos jazigos. É em verso que morrem e vivem os amores de morte a outras vidas.
O amor move-se obliquamente à mística das Raposas. Sem respostas, num ambiente de estrofes infundadas, a não ser pela impropriedade de quem recita chamas.
Chamas alaranjadas, fogo rompante sem correntes, da concorrência dos dias que arderam.
E ainda ardem.