Com uma população demasiado envelhecida e incapaz de gerar uma substituição geracional, a maioria dos Estados europeus encontrar-se-á numa encruzilhada a breve prazo, pois se por um lado recolhem menos contribuições por via do desemprego estrutural e da diminuição da população activa, por outro lado, deverão sofrer um forte incremento da despesa na sua vertente social, seja pelo crescimento dos gastos em saúde, em resultado do aumento da esperança média de vida, seja pela componente dos subsídios, nomeadamente dos que se prendem com o desemprego.
Qual o papel da imigração neste contexto?
Decisivo ou marginal?
Poderá a imigração ganhar massa crítica suficiente para alterar o panorama étnico, cultural e confessional dos autóctones europeus?