As exigências técnicas e a necessidade de uma constante investigação científica, a valorização profissional, quer nas carreiras quer na actividade pessoal de cada médico, impõem hoje, não apenas uma reflexão mas uma reforma baseada em novas regras, simultaneamente científicas e humanitárias. Por outro lado, as prioridades na saúde reflectem os problemas económicos do nosso tempo, ou seja, tudo o que diz respeito à saúde que não tem preço, mas cujo custo ou cujo preço, afinal, cada vez é maior e mais se contabiliza. Se a doença não tem prioridades, as prioridades em saúde devem ser o objectivo ou um dos objectivos principais da nossa própria consciência, antes de ser um dever, nem sempre cumprido, de governantes e de Estados...