Nos últimos anos conheci muitos professores que, mesmo doentes, só faziam os procedimentos médicos durante suas férias ou nos recessos. É fato: mesmo adoecidos, continuamos trabalhando.
As políticas que exaltaram a meritocracia como caminho para uma escola com bons resultados também estabeleceram mecanismos de punição aos que adoecem: há impacto na carreira, no salário e a responsabilização individual pelos resultados das avaliações externas.
Essa responsabilidade foi sistematicamente sendo transferida para as escolas e delas para os professores, individualmente.