«...atacar a independência de pensamento, a liberdade dos espíritos é não só ofender o que há de mais santo nos indivíduos, mas é ainda levantar a mão roubada contra o património sagrado da humanidade - o futuro». O «...escritor quer o espírito livre de jugos, o pensamento livre de preconceitos e respeitos inúteis, o coração livre de vaidades, incorruptível e intemerato...». Se «...respeitador de conveniências estéreis, como daria o exemplo das revoltas fecundas?...»
Antero de Quental, in Bom Senso e Bom Gosto