Poesias

de Stéphane Mallarmé 

Editor: Assírio & Alvim
Edição: dezembro de 2005
Portes
Grátis
10%
16,65€
Poupe 1,67€ (10%) Cartão Leitor Bertrand
Em stock online

Sendo constituído por poemas que vão desde as primícias do autor até ao ano da sua morte, dados a lume em diferentes revistas ou publicações de circunstância, sem deixarem de aparecer como fruto de uma exigência de perfeição permanente, o «corpus» textual das «Poésies» é bem representativo da evolução de um poeta que operou uma translação complexa no interior de uma linguagem em crise — ou em «interregno», como ele dizia —, nela coexistindo portanto uma revolutio com uma traditio. (José Augusto Seabra)

Críticas de imprensa

"À sua poesia não se reage sem espanto. A complexidade sintáctica da construção dos versos, a riqueza e erudição do vocabulário, e a depuração estética dos poemas adensam os seus sentidos. Mallarmé pensa e trabalha a palavra como matéria intelectual, sustentada por uma ideia de devir para o silêncio. Receber uma edição fiel e cuidada em português, faz juz à importância deste autor para a criação poética do modernismo, e da contemporaneidade, bem como para uma tradição do pensamento sobre poesia."
Andreia Brites, Janeiro de 2006

"Mallarmé é a pedra de toque de uma revolução ímpar na poesia e na arte poética, francesas e não só. Revolução e tradição. Poeta e figura fascinantes, sem dúvida obscuro, por isso frequentado pelos maiores que não cessaram de o interpretar: de Blanchot a Derrida, passando por Sartre, e de o segui, poetas como Verlaine e outros mais jovens (Valéry, Gide Claudel...). Esta edição é bilingue, prefaciada e anotada como todas deveriam ser; ousa-se 'abusivamente' imaginar que Mallarmé gostaria de se ouvir e português nela."
Maria Conceição Caleiro, Público, Mil Folhas

Excertos

SUSPIRO

Minha alma demanda, ó irmã tão serena,
Tua fronte onde sonha um outono sardento,
E o errante céu do teu olhar angélico,
Tal como a suspirar, num jardim melancólico,
Fiel, um jacto branco sobe para o Azul!
— Para o Azul de Outubro pálido, terno e puro,
Nos lagos a mirar o langor infinito:
E deixa à flor da água onde a fulva agonia
Das folhas voga ao vento abrindo um frio sulco
O sol quente a arrastar seu longo raio ruivo.

(p. 65)

Da mesma coleção

Poesia
30%
portes grátis
30% Cartão Leitor Bertrand
22,20€
Poupe 6,66€
Assírio & Alvim
Sonetos de Luís de Camões
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
14,40€
Assírio & Alvim
Poesias
ISBN:
978-972-37-0881-3
Ano de edição:
12-2005
Editor:
Assírio & Alvim
Idioma:
Português
Dimensões:
146 x 206 x 13 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
192
Tipo de Produto:
Livro
Classificação Temática:

Quem comprou também comprou

Poesia Espanhola Anos 90
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
15,11€
Relógio D'Água
Os Pré-Rafaelitas - Antologia poética
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
28,85€
Assírio & Alvim
X
O QUE É O CHECKOUT EXPRESSO?


O ‘Checkout Expresso’ utiliza os seus dados habituais (morada e/ou forma de envio, meio de pagamento e dados de faturação) para que a sua compra seja muito mais rápida. Assim, não tem de os indicar de cada vez que fizer uma compra. Em qualquer altura, pode atualizar estes dados na sua ‘Área de Cliente’.

Para que lhe sobre mais tempo para as suas leituras.