Um autêntico quadro civilizacional emerge do estudo de importante faceta da cultura portuguesa nos anos 1920 e 1930. Neste ensaio o autor - fascinado pela polémica suscitada pelas vicissitudes sofridas por António Sérgio e o seu projecto de reforma pedagógica concebido ao tempo em que foi Ministro da Educação - investiga pormenorizadamente os acontecimentos revelados por certa correspondência inédita entre o pedagogo e alguns dos cientistas de maior prestígio intelectual da época, entre eles o professor Pulido Valente, os Drs. Marck Athias, Celestino da Costa e Simões Raposo...