A Cruzada
O rei Edward de Inglaterra prometeu ao Papa que lideraria uma nova Cruzada, enquanto no próprio Acre um conluio implacável de mercadores ocidentais, que especula em escravos e armamento, conspira para reacender as hostilidades na Terra Santa. Entretanto, no Egipto, o sultão Baibars é apanhado numa luta de poderes. À medida que a guerra toma forma, Will fica dividido entre o seu juramento como templário, o seu papel secreto na Irmandade e o seu dever para com Elwen, a amada com quem está proibido de casar. Will fica aprisionado no seio de uma devastadora teia de desilusão e destruição quando ele e os que o rodeiam se precipitam num dos mais dramáticos momentos da história.
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Requiem
Corre o ano de 1295. O império cristão na Terra Santa está em ruínas.
De regresso a Paris, o cavaleiro templário Will Campbell está numa encruzilhada. Jurou ser fiel aos princípios da Anima Templi, uma irmandade secreta dentro da Ordem dos Templários, cujo objectivo é a paz - mas a paz parece cada vez mais impossível de alcançar.
A Ordem forjou uma aliança com o inimigo de Will, o rei Eduardo da Inglaterra, comprometendo-se a financiar a guerra com a Escócia. Este pacto contra a sua terra natal abala profundamente a fé e a submissão de Will, levando-o até a descurar a sua relação com a filha, Rose, que acaba por se envolver numa relação perigosa.
Will enfrenta agora uma escolha amarga: ficar com o Templo e lutar noutra guerra em que não acredita ou quebrar os votos e empreender a sua própria campanha pela paz, mesmo que isso signifique também lutar - pelos Escoceses.
Apanhado no meio de um conflito sangrento, Will nem se apercebe da terrível ameaça que se prepara - no trono de França reina um monarca guerreiro cujo desejo de poder não conhece limites e que não se deterá perante nada para alcançar a sua desmesurada ambição.