O Ovídio, o Espantalho sem Cor, queria ser o espantalho das crianças. Dizia ele: Elas gostam de nos batizar, vestir, pintar, falam connosco e contam-nos histórias que aprendem na escola sobre outros espantalhos. "Pintem-me por favor" era o ponto de partida para grandes aventuras criativas.