E se tivéssemos evoluído tanto que nem reparamos que o grande salto foi para trás? E se de facto tivéssemos destruído de modo irreversível o mais importante significado da nossa cultura, saber, civilização e humanidade?
Possuímos muitos objetos, dispomos de uma ciência e de uma tecnologia admiráveis, em relação às quais perdemos em parte o sentido do bom uso, mas somos os seres mais destituídos de liberdade, de sabedoria e de sensatez na história.