No século XXI, em nome de ideias adulteradas sobre o que é o progresso, a cultura e a civilização, renovamos os nossos piores pesadelos sob uma capa benigna e estamos a impor um novo totalitarismo demencial e pseudodemocrático.
Os pilares desta mundividência, principalmente da sua visão do progresso, são as políticas identitárias, o relativismo, o culturalismo e o construtivismo. O papel das suas elites, uma espécie de castas medíocres e poderosas, e a ideologia vitimista são outros dois alicerces desta visão do mundo.