«Uma estreia poética como a de Mariana Bicudo Cunha põe na nossa frente, sem que o pudéssemos prever, um objeto estranho e disruptivo, como a melhor poesia é sempre. É estranha para os nossos hábitos e imprevista para as nossas expetativas uma voz que surge entre nós pela primeira vez, sem perder totalmente as hesitações juvenis, mas afirmando uma estranha maturidade e uma permanente obsessão com a morte.»
Luís Filipe Castro Mendes