Este jogo que existe na migração entre um lugar e outro é o mesmo que ressurge nos meus versos e prosas; utilizo, com efeito, o eu possessivo mas também, sobretudo, o eu coletivo. Já que nas aventuras de uma viagem, de uma elevação, de uma inspiração . . . as realidades de todas as margens se reencontram, as verdades de todas as sensibilidades entrechocam no lugar em que o eu coletivo busca uma pacificação das correntes e das tendências dando o seu braço a torcer à coerência. A. Bilal Traoré, "Eu possessivo e Eu coletivo entre jogos de memória"