Nada do que o é humano pode ser indiferente à Igreja: a política, a cultura, a reorganização da sociedade, a luta pela justiça, a família, a mutação cultural e a evolução de sentido ético da existência. A tudo a Igreja deve procurar iluminar com a luz do Evangelho e da fé, aceitando, por vezes, dizer uma palavra situada e não definitiva, mas que seja sempre uma palavra de esperança enraizada na perenidade de Jesus Cristo.