Tudo mudou devagar.
Não houve colapso.
Não houve guerra.
Houve apenas escolhas... cada vez mais rápidas, mais fáceis, mais certas.
Ao longo de várias gerações, o mundo tornou-se eficiente, previsível... e estranho.
As decisões deixaram de pesar.
A memória deixou de doer.
O tempo deixou de ser necessário.
E, sem dar por isso, algo essencial começou a desaparecer.
Acompanhando uma família ao longo de décadas, este romance atravessa a transição silenciosa para um mundo onde tudo funciona, mas já não sabemos bem para quê.
O Último Século Humano é uma pergunta disfarçada de história:
O que resta do humano quando já não é preciso ser humano?