Arthur Machen (1863-1947), de origem galesa, notabilizou-se na escrita de textos de cariz místico. Depois de falhar a entrada na universidade de Medicina, estreou-se na literatura com a publicação de um longo poema. Tornou-se tradutor para garantir o sustento enquanto se dedicava à escrita. Já no século XX, após a morte da mulher, tornou-se actor numa companhia itinerante. Regressou à literatura na primeira década do século XX, tendo encontrado um editor para as obras que escrevera antes. Em 1910 assumiu um cargo a tempo inteiro como jornalista em Londres, do qual foi demitido uma década mais tarde. Na década de 20, Machen conheceu alguns anos de esplendor e reconhecimento, mas rapidamente caiu de novo em dificuldades financeiras.(...)