… Na amálgama da vida há sempre um "pântano" que surge, de mansinho, na trajetória de um caminho. Um lugar d`águas paradas e areias movediças, onde a brisa é pluviosa, o silêncio ameaçador, a luz ténue e onde as sombras, em surdina, fazem pactos com a neblina. Um "pântano", onde os sonhos convivem com desalentos, os afetos com tormentos, as emoções com lamentos e onde a convicção se despedaça na desumanidade, num duelo entre a mentira e a verdade.
… E por tudo o que escrevi e que versei, vos direi que da Poesia e da Vida, NADA sei!...