«… Saudade do cheiro da terra, quando chove, Saudade de abrir a janela, e olhar o meu coqueiro ao fundo do quintal ... Não tenho medo da tempestade Dou força ao vento Amo o escuro, quando noite e conto as estrelas … É o meu momento, Porque os meus sonhos Morrem nessa Saudade … Tão perdida no tempo! …»