A descolonização portuguesa foi uma das causas e objetivos principais do 25 de Abril de 1974. Foi também uma das mais importantes intervenções do Movimento das Forças Armadas (MFA), que se dividiu em duas alas: a que defendia que a descolonização pressupunha a democratização (os spinolistas) e os que defendiam que não havia democratização sem prévia descolonização (a ala revolucionária do MFA).
Na diversidade de todos os casos, a evolução da descolonização portuguesa permite chegar a algumas conclusões comuns: foi tardia, apressada, consensual e conforme ao direito.