No Inverno de 1941, os tanques alemães cercam Leninegrado. Isolada do mundo, a cidade definha, martirizada. Nas ruas, nos parques, nas casas, as pessoas vão morrendo de fome e de frio.
Dia a dia, Anna e a família vão aprendendo a sobreviver, queimando livros para se aquecerem, fervendo um pedaço de couro para fazer sopa, ou cortando pedacinhos de pão para armazenar.
Em"O Cerco", Helen Dunmore contrapõe o amor e o ódio, a barbárie e a amizade, a vida e a morte, para construir uma obra impressionante, onde a guerra é vista no seu lado mais humano.