Entre o que foi e o que poderia ter sido, há uma vida inteira por escrever.
Trinta anos depois, Olímpia reencontra aquele que um dia foi promessa, ausência e cicatriz. Em Paris, no Porto e por entre atalhos da memória, reabre um passado que nunca teve ponto final — apenas reticências.
O que fazer com uma ficção que insiste em chamar por nós?
Neste romance íntimo e sensível, a escolha não é apenas entre dois destinos, mas entre realidade e ficção, entre a mulher que fomos e aquela que ainda podemos ser.
Uma história sobre recomeços, sobre a arte de nos escrevermos — e de, enfim, decidir.