Bertrand.pt - O Alentejo e a Luta Clandestina

O Alentejo e a Luta Clandestina

António Gervásio um militante comunista

de Luís Godinho 

Editor: Edições Colibri
Edição ou reimpressão: novembro de 2019
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Nascido em 1927, António Gervásio torna-se militante comunista aos 18 anos de idade e, em 1952, passa a funcionário do partido, o que o obriga a entrar na clandestinidade. Preso em 1960, é torturado e espancado em plena sala do tribunal por denunciar os métodos da PIDE. No final do ano seguinte consegue escapar da prisão de Caxias, juntamente com outros militantes comunistas, numa fuga ardilosa onde o grupo utiliza um carro blindado que tinha pertencido a Salazar. Regressa ao trabalho partidário e é um dos dirigentes da luta que envolve dezenas de milhares de trabalhadores agrícolas do Sul do País, mobilizados pelo fim do trabalho escravizante de sol a sol.

Denunciado por um camarada, é novamente preso em 1971, sendo brutalmente espancado e submetido à tortura do sono durante 18 dias e 18 noites. Sai da prisão de Peniche com o triunfo da Revolução dos Cravos. É deputado constituinte, eleito pelo círculo de Portalegre, deputado à Assembleia da República, pelo círculo de Évora, e um dos ativistas do movimento da Reforma Agrária. Foi membro do Comité Central, do Partido Comunista Português, entre 1963 e 2004. Resultado de um conjunto de entrevistas com António Gervásio e de um intenso trabalho de pesquisa documental, esta biografia traça o perfil pessoal e político de um homem cuja vida se confunde com a história do PCP e com as lutas do operariado agrícola nos campos do Alentejo.

Críticas
«O latifúndio, que agrilhetava Montemor e o Alentejo, despertou-lhe o inconformismo e fez-se operário em construção. A luta pelo pão e pelo trabalho, contra a exploração, contra o fascismo, pela liberdade identificou-o, aos 18 anos, com o PCP e com a compreensão de que só a luta organizada e um projecto de transformação social pode levar a resultados perenes. Uma greve de ceifeiros em Montemor e, em 1947, é preso pela primeira vez. Consequentemente, em 1952, assume ser funcionário do PCP, assume a clandestinidade. E, assim, se iniciou, para António Gervásio, uma longa vida inteiramente dedicada à luta contra a opressão e a exploração, por condições de vida digna para os trabalhadores, pela liberdade e a democracia, a luta por uma sociedade sem exploradores nem explorados, a sociedade socialista e comunista.»
Carlos Pinto de Sá

O Alentejo e a Luta Clandestina
António Gervásio um militante comunista
ISBN: 9789896899127 Ano de edição ou reimpressão: 11-2019 Editor: Edições Colibri Idioma: Português Dimensões: 159 x 228 x 9 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 126 Tipo de Produto: Livro Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  História  >  História de Portugal

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