Poética da saudade e da ausência, mas também da espera e da esperança, de uma portugalidade profunda, a obra Nostalgias, de Maria Antónia de Carvalho Mendes Ribeiro, é exatamente o que o título afirma, um longo percurso de nostalgias.
De facto, que outro sentimento poderia ser tão mar imenso senão a nostalgia, que, qual capa materna sob cuja proteção envolve todos os seus rebentos, abraça no seu seio as tão lusas saudade e ausência, espera e esperança?