Hermano Fermino de Pina iniciou a escrita da sua autobiografia após a aposentação, onde descrevia a sua infância e vida profissional na Brava e em Lisboa na década de vinte/trinta do século passado, e a sua cumplicidade com o amigo e poeta Eugénio Tavares, escritos que se perderam num naufrágio na Ilha do Sal, de S. Nicolau a caminho da ilha Brava, numa das suas inúmeras transferências.
A partir de algumas folhas não completamente danificadas, que se conseguiu recuperar do texto autobiográfico, Arsénio Fermino de Pina e Carlota de Barros escrevem a biografia do pai, o incansável médico que se dedicou a salvar vidas em Cabo Verde e em Moçambique.