Ao cantar uma bela partitura de música do Renascimento, Policarpo vê-se transportado para Namur, em 1531. Nesta cidade natal do músico franco-flamengo Jacques Arcadelt, inicia uma longa viagem na companhia de personagens da época, com um vasto grupo de peregrinos, cujo destino final é Roma. Todavia, a viagem, durante a qual inúmeras dificuldades aparecerão, acaba precocemente.
O seu desfecho é determinado por relações perversas, paixões improváveis mergulhadas em ciúmes, suspeitas e denúncias de âmbito religioso e político e ainda desejos de desapego numa relação proibida. Tendências heréticas do luteranismo colidem com a força preponderante dos poderes inquisitoriais, conduzindo à desagregação do grupo de peregrinos.