Trata-se de uma mulher madura que gosta de escrever e de dizer as palavras certas no momento exato. O que mais fascina nos seus poemas é a capacidade e a forma de o fazer. Retira-se uma lição que perdura durante toda a leitura. Na atualidade, cria um mundo muito próprio, exaustivamente explorado na natureza, na vida simples, ao redor das árvores, sempre a criar a real e espantosa forma de viver com adejos de borboletas. Não são hábitos caprichados, apenas o propósito de desviar o leitor para a mudança do seu Ser. Adoptou o pseudónimo de Maria Fraterna nos seus poemas.